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Conheça quais documentos fiscais devem ser guardados pela empresa

A organização da informação é um fator decisivo para o sucesso e a segurança das empresas. Em meio a um ambiente regulatório cada vez mais rigoroso, entender quais documentos fiscais devem ser mantidos é essencial para garantir conformidade legal, eficiência operacional e tranquilidade em processos de fiscalização. A Acervo, como empresa especializada em gestão documental, apoia organizações na estruturação e no controle inteligente de seus arquivos.

A importância da guarda documental para as empresas

Toda empresa, independentemente do porte ou segmento, precisa manter registros que comprovem suas operações. Esses documentos servem como evidência das atividades realizadas, asseguram direitos e deveres e ajudam a empresa a se proteger contra riscos legais. A guarda adequada dos documentos fiscais não é apenas uma exigência da legislação, mas também uma prática de boa governança corporativa.

Além disso, a falta de organização pode resultar em perda de prazos, dificuldades em auditorias e impactos financeiros relevantes. Empresas que investem em uma gestão estruturada da informação conseguem responder com mais agilidade às demandas do mercado e dos órgãos fiscalizadores.

Principais documentos que precisam ser armazenados

Entre os registros mais comuns estão as notas fiscais eletrônicas de entrada e saída, notas fiscais de serviços, cupons fiscais, conhecimentos de transporte, livros contábeis, balancetes, declarações acessórias e guias de recolhimento de impostos. Todos esses documentos fiscais comprovam transações comerciais e são fundamentais para demonstrar a regularidade da empresa perante o Fisco.

Também é importante considerar documentos relacionados a contratos, fornecedores e clientes, que muitas vezes estão diretamente vinculados às obrigações tributárias. A organização correta desses arquivos evita retrabalho e facilita o acesso à informação quando necessário.

Prazos legais de guarda e riscos do descumprimento

A legislação brasileira realmente estabelece prazos de guarda documental, mas eles não são únicos: variam conforme o tipo de documento e o enquadramento legal aplicável.

No âmbito tributário, a regra geral decorre do Código Tributário Nacional (CTN). Em especial, a legislação se relaciona ao prazo em que o Fisco pode cobrar o crédito tributário (prescrição tributária), previsto no art. 174 do CTN. 

Por isso, recomenda-se que os contribuintes mantenham os documentos que comprovem operações e fatos geradores de tributos por, em regra, pelo menos 5 anos, contados a partir do primeiro dia do exercício seguinte à ocorrência do fato gerador ou ao término do prazo de entrega da declaração, conforme o caso.

O descumprimento desses prazos pode gerar multas, autuações e questionamentos jurídicos. Além do impacto financeiro, a falta de documentação pode comprometer a imagem e a governança da empresa, criando insegurança em auditorias, fusões e aquisições e processos de captação de investimentos. 

Assim, manter a guarda documental pelo período adequado é uma medida relevante de prevenção e mitigação de riscos.

Desafios do armazenamento físico tradicional

Muitas empresas ainda mantêm arquivos físicos como principal forma de armazenamento. Por si só, esse modelo não é ineficiente: quando existe uma organização bem estruturada, a recuperação da informação pode ser rápida e precisa, mesmo com documentos em papel.

A eficiência do acervo físico depende principalmente da metodologia aplicada na gestão documental, com práticas como:

Com esses elementos, a consulta e a localização de documentos podem ser realizadas com excelência. 

Em outras palavras, a eficiência não depende apenas do suporte (digital ou papel), mas do nível de organização: um arquivo físico bem tratado pode ser mais eficiente do que um sistema digital desorganizado.

Ainda assim, é importante considerar pontos de atenção, como o controle de acesso e a rastreabilidade. 

Em ambientes exclusivamente físicos, pode ser mais desafiador registrar com precisão quem consultou determinado documento e quando, o que exige procedimentos internos claros para reforçar segurança e compliance.

Benefícios da gestão eletrônica de documentos

A gestão eletrônica de documentos surge como uma solução moderna e segura para esses desafios. Com a digitalização, os arquivos passam a ser armazenados em ambientes controlados, com indexação inteligente, busca rápida e controle de permissões. Dessa forma, os documentos fiscais ficam sempre disponíveis, organizados e protegidos contra perdas.

Além da segurança, o GED contribui para a redução de custos, otimização de processos e aumento da produtividade das equipes. A informação certa passa a estar acessível no momento certo, apoiando decisões estratégicas e a eficiência operacional.

Gestão documental como estratégia de crescimento

Mais do que atender exigências legais, uma boa gestão documental transforma a informação em um ativo estratégico. Empresas que cuidam adequadamente dos documentos fiscais ganham agilidade, confiabilidade e competitividade no mercado. A organização deixa de ser apenas operacional e passa a fazer parte da estratégia do negócio.

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